segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

SESC Pompéia


Ao entrar por aquelas ruas pude ter uma sensação de aconchego, como se estivesse em um espaço que me convidasse a explorá-lo. Havia grandes galpões nos dois lados da pequena rua, galpões com uma escala muito maior que a minha, que a escala humana, o que pensei que me faria sentir menor diante daquilo tudo. No entanto, ao entrar no galpão o aconchego não foi embora, fui convidada a explorar o espaço e percorrendo pela biblioteca, pela pequena sala de jogos de mesa, me senti ainda mais próxima daquela arquitetura e não menor que ela. A arquiteta Lina, criadora desse projeto arquitetônico do SESC Pompéia foi capaz de criar um espaço que acolhe as pessoas, mesmo tendo grandes dimensões. Até mesmo o contraste de uma construção horizontal posta de lado à uma construção vertical de dimensões exuberantes não foi capaz de fazer sumir a sensação de aconchego.
O SESC tem um caráter de espaço dinâmico onde ao mesmo tempo em que alguém toca uma música, outro lê e, logo ali, as crianças brincam por entre os espaços de oficina. A arquiteta conseguiu fazer desse espaço um espaço de troca, através dessa dinâmica do espaço. A todo o momento é possível perceber atividades que tornam aquele espaço vivo, o que faz com que o indivíduo se torne conectado à esse espaço de uma excelente forma.
Ao entrar no teatro tive a sensação de que estava olhando para um grande espelho que refletia igualmente todas as cadeiras de um lado do teatro. Esse espaço é uma espécie de teatro arena. Além disso, tive como que uma ilusão de ótica com relação às cadeiras daquele teatro, os descansos para braço localizavam-se bem ao centro do encosto. E as mesmas me deixaram incomodada ao sentar, era justamente essa a proposta da arquiteta, visto que ela acredita que ao incomodar o espectador ele ficaria ligado ao que se passa no palco.
Embora haja grandeza dimensional no projeto, como já foi dito anteriormente, em pequenos detalhes é possível ver como ela pensa no indivíduo, na sua escala. Na escada circular que leva as quadras, por exemplo, sinto que elas abraçam o usuário como se fossem feitas exclusivamente para ele. Também nas ruas que são como ruelas onde só permitem a circulação de pessoas e bicicletas, ou pequenos carrinhos. Além desses, nos pequenos espaços para jogos e leitura, já citados, criados em meio ao grande galpão, também percebi essa escala mais humana.

FAU - USP


Entrei e senti como se estivesse vendo tudo que se passava naquela faculdade. Poucas barreiras visuais, poucas paredes, poucos guarda-corpos, poucos ambientes fechados, poucos fechamentos opacos, tudo parecia acontecer como que no mesmo espaço, a unidade era clara ali. A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de São Paulo, projeto de Vilanova Artigas, se mostrou pra mim como um espaço gigante e invejável, senti uma vontade de viver aquele espaço mais vezes.
Mesmo que pareça um projeto perfeito, ao analisá-lo com um olhar mais crítico, é possível perceber alguns problemas. Por exemplo, na cobertura foram criadas vigas em V com uma canaleta que leva as águas aos pilares para que desçam através deles. Tem-se que o caimento da viga feito com argamassa foi mal executado, causando “empossamento” da água. Foi necessário refazer o revestimento da viga para melhorar o caimento. Esse concerto foi feito sobre o original. Essas novas camadas não resolveram e ainda pesaram sobre a estrutura. Foram então tiradas duas camadas de argamassa e colocadas uma nova (do zero), melhorando o caimento. O problema foi gerado porque ao se fazer o cálculo da estrutura não se pensou na flecha gerada, o que prejudicou o cálculo do caimento. Recentemente, foi contratado um professor que elaborou um relatório técnico e fez amostras com três matérias na estrutura para observar os resultados, além disso, analisou o custo do material por m2 e o custo de sua manutenção. Agora, resta analisar esses materiais e ver qual será o mais adequado para o reforço da estrutura.
Esse projeto foi pensado para a sua função de Faculdade de Arquitetura e Urbanismo o que muitas vezes traz problemas. Quando a forma segue à função as duas ficam bem interligadas o que dificulta a flexibilidade no uso dos espaços. Por exemplo, com o avanço da tecnologia há uma dificuldade de adaptação dos espaços para a informática sem que haja uma descaracterização do edifício.
São problemas que se percebe graças a uma análise mais aprofundada, mas a primeira vista a sensação foi que estava em um espaço que funcionava em plena forma. O que mais chamou atenção foi realmente a clara conectividade entre os espaços no interior do projeto, e desse interior com o exterior, uma vez que se utiliza muito vidro e as características iniciais de um espaço aberto se mantém dando ao projeto esse caráter de continuidade que lhe cai muito bem.

Galeria Leme


Ao entrar na galeria tive a sensação de estar entrando em um lugar simples, mas ao notar certos detalhes pude perceber como ele ia se tornando interessante. Primeiro, soube do fato que o arquiteto Paulo Mendes da Rocha teve que lidar com certas restrições na execução do projeto e que ele soube, mesmo com elas, criar um belo espaço de galeria. Além disso, como já foi citado, pequenos detalhes fizeram o lugar mais interessante pra mim. Por exemplo, o fato dos furos gerados no momento da fixação da cola das placas terem sido deixados expostos e não revestidos como acontece na maioria das vezes. Esses furos têm um caráter mais conceitual do que técnico, embora seja utilizado para fixar as obras nas paredes. Além desse exemplo, a grande porta da galeria chama muita atenção e é belíssima, é do mesmo tamanho do pé direito da galeria.
A casa no artista localizada em frente à Galeria Leme, me pareceu em dado momento se remeter a ela em certos detalhes, como se fosse feita com o intuito de ser como continuidade um do outro. Em um dado momento o artista produz, em outro expõe e depois novamente produz, um trajeto cíclico e contínuo.

Praça - Victor Civita


Ao entrar no espaço da praça tive uma sensação de surpresa, já que quando a vi em fotos e revistas tive a impressão de que não era um espaço tão agradável quando percebi ao estar nele. Isso só ficou ainda mais evidente quando vi fotos de como aquele espaço era antes e o que ele se tornou. A praça de Victor Civita é agora um espaço que a comunidade cuida e que a comunidade mantém vivo. Foi possível perceber isso facilmente, ao ver jovens tocando música, oficinas mantidas por crianças e adultos e equipamentos para diversão de todos, inclusive para minha e de meus colegas.

COPAM


Diferentemente dos lugares visitados no primeiro dia que se apresentaram essencialmente aconchegantes para mim, senti o Copam como um edifício monumental que me fez sentir minúscula ao olhá-lo da rua.
Já no alto do Copam senti justamente o oposto do que senti quando o olhei da rua. Se na rua me senti minúscula, no topo me senti grandiosa e vendo a cidade pequena demais. Foi possível observar grande parte da cidade e principalmente o seu centro e discutir a respeito de sua fundação e sua origem. Mas mesmo me sentindo grandiosa, ao analisar a cidade dali de cima tive uma sensação como se estivesse desprotegida, coisa que não aconteceu quando a observei do alto do SESC Pompéia.
A grande dimensão desse projeto de Oscar Niemayer é muito clara. São cinco mil habitantes e treze mil e quatrocentas pessoas que visitam o edifício todos os dias. O Copam é um prédio atípico que interfere no seu entorno. São dezenove tipologias de apartamentos que variam de 26 à 227 m2. Os quatro primeiros andares são comerciais e o restante residencial. Não houve interferência no projeto com criação de novos espaços.
Esse projeto tem um grande valor e me pareceu muito dinâmico e integrado. O morador tem acesso a um comércio da maneira mais fácil possível, pois ele se encontra ali mesmo, no térreo do edifício. É uma proposta diferente do comum, mas que me pareceu muito prática e inteligente.

Sede do IAB

Embora seja um edifício de valor arquitetônico, me entristeceu ver a Sede do IAB tão degradada. A sensação que tive é a mesma que passa por minha cabeça quando vejo outros edifícios modernos degradados, a sensação que muitos acreditam que só deve ser preservada e restaurada aquela arquitetura mais antiga, esquecendo que a arquitetura moderna mais ressente também deve ser valorizada e conservada. O mesmo aconteceu na nossa cidade (Uberlândia), quando alunos e professores tentaram evitar a demolição de uma bela casa modernista que tinha tudo para ser um grande patrimônio histórico da cidade. A Sede do IAB merece uma atenção, um cuidado e uma valorização justa.

Edifício Eiffel


Percebi nesse edifício, também obra de Oscar Niemayer, uma dinamização e integração de espaços semelhante ao Copam, visitado anteriormente. A mesma essência daquele projeto está embutida nesse. O Edifício Eiffel é um edifício residencial que possui comércio e serviços no pavimento térreo.
Além dessa característica semelhante ao Copam, outra que me chamou atenção foi poder perceber como se dá a estrutura desse projeto simplesmente olhando de fora. Foi possível ver os pilares de sustentação e até supor a disposição dos cômodos dos apartamentos.

Galeria Califórnia


A Galeria Califórnia me pareceu seguir a linha de projetos de Oscar Niemayer, adotando muitas características da arquitetura moderna, e uma característica particular do arquiteto naquele período, que eram os pilares em V, claramente percebidos na fachada do edifício. Acredito que o valor desse edifício está na bem sucedida tentativa do arquiteto de aliar as imposições da norma urbana rígida que lhe foram passadas, aproveitando a área no seu máximo e conseguindo fazer com o que o projeto carregasse em si elementos modernos.
Foi interessante notar que ao percorrer a galeria de fachada a fachada, fiz um movimento sinuoso que contrasta com uma seqüência de movimentos lineares de pilares alinhados e até mesmo com o painel de elementos retilíneos encontrado nesse percurso.

Sala São Paulo – Estação Júlio Prestes


Na Estação Júlio Prestes conheci a antiga estação ferroviária e a área de espera da primeira, da segunda e da terceira classe. A estação como um todo se apresentou simétrica e grandiosa. E pequenos detalhes como a proteção das janelas remetendo ao café e a temática dos vitrais da sala de espera da segunda classe são bem interessantes. Além disso, o piso também possui flores que remetem ao período de construção e até houve uma infeliz tentativa de restauração desse piso que foi, felizmente, interrompida.
Nesse espaço, a terceira classe aguardava pelo trem nas proximidades do embarque. A segunda classe em um grande salão, com um piso diferenciado do da primeira classe e de mais baixo nível. Já a primeira classe tinha a opção de aguardar em todo o restante do espaço.
Nesse restante do espaço encontra-se a Sala São Paulo, que a primeira vista me pareceu magnífica. Ao longo da conversa com a monitora da visita, mostrando todas as soluções encontradas pra esse lugar, o meu encanto por aquele espaço foi aumentando. Foi pensado todo um sistema que possibilitasse o melhor conforto acústico possível para a Sala. Nesse sistema temos elevadores que movem o teto de acordo com o resultado acústico que se deseja. Como ainda funcionam trens urbanos na estação, há uma necessidade que o barulho desses trens não penetre na sala e por isso há um camada de concreto, outra de discos de borracha e outra de concreto, só depois é colocado o piso. Dessa forma a vibração do trem chega à primeira camada de concreto, é então absorvida pelos discos de borracha e não chegam à segunda camada de concreto. Outra parte desse sistema é a forração das portas e das cabines de espetáculos que auxiliam na acústica do espaço.
Infelizmente, por mais que essa Sala me pareceu magnífica à primeira vista, quando fui assistir a apresentação da orquestra me desapontei um pouco. Nada relacionado à acústica, realmente o sistema criado para o conforto acústico me pareceu muito eficaz. O desconforto foi em relação às segundas colunas que em cabines mais distantes do palco tampam a visão do espectador. Dessa forma, não há comodidade em algumas cabines para assistir a orquestra, mas apenas para ouvi-la.

Pinacoteca


Em meio a um jardim encontrei um edifício que me pareceu um tanto rústico. A Pinacoteca do Estado de São Paulo me passa essa sensação de estar entrando em um ambiente rústico, isso graças aos seus tijolos aparentes, que marcam tanto esse edifício.
Logo que entrei fui levada ao pátio central, onde, graças à claridade, fui induzida a pensar que estava em um ambiente descoberto. Na verdade a cobertura é de uma espécie de policarbonato, o que traz problemas para o espaço em relação ao conforto térmico. Tem-se que quando o sol bate muito intenso, faz muito calor naquele espaço, o que compromete o conforto do usuário.
O que mais gosto no projeto da Pinacoteca é das aberturas, que a todo o momento acontece e nos permite uma integração espacial com diferentes espaços a todo instante. A “abertura” que mais se destacou para mim foi a sacada que leva ao belo jardim. Ali tenho a sensação que não estou em São Paulo, um ambiente tão urbano, mas sim em um ambiente natural e puro.

Teatro Municipal


O Teatro Municipal é um espaço grandioso com detalhes valiosos. Ao entrar já pude perceber isso, havia uma grande escadaria nos convidando a subir. Chegando ao Salão Nobre tive a certeza que estava em um espaço muito rico. Cada detalhe, cada ornamento, uma raridade. Das tapeçarias à pintura no teto, dos escudos nas portas às máscaras pintadas nas paredes, dos belíssimos vitrais à simetria marcante. Esses detalhes tornam esse espaço único.
Mas, em minha opinião, nada no Teatro Municipal, se compara a monumentalidade da sala de espetáculos. Quando ali entre percebi sua grande dimensão, o que ficou ainda mais claro porque estávamos no camarote mais alto e os apresentadores do evento que estava ocorrendo me pareceram minúsculos perante aquilo tudo. Aqui também fica claro, como cada detalhe e ornamento são únicos, por exemplo, no fato de cada camarote ter um ornamento próprio.
A sensação que tive nesse espaço se resume em uma simples palavra, deslumbramento. Tudo que percebi ali era demais, eram quantitativamente e qualitativamente demais.

MASP


Não foi a primeira vez que visitei o MASP, mas aquele vão continuou me fazendo sentir pequena. É um enorme espaço livre apoiado em quatro grandes pilares.
Ao entrar no MASP, pensei como poderia ser ainda mais interessante se alguns detalhes do projeto original tivessem sido mantidos. Exemplos disso é o conceito de Lina do projeto se interligar a todo tempo com a cidade, com o entorno. Atualmente, essa idéia foi esquecida, uma vez que o contato com a cidade não acontece em todas as situações propostas pela arquiteta, mas apenas em algumas. Outro exemplo são os cavaletes que a própria arquiteta criou para exposição das obras, seria muito mais interessante tê-los ali do que ver as exposições da maneira como se apresentam agora.
Minha sensação nesse espaço é que o sinto como uma bela obra arquitetônica, mas a todo tempo me questiono em como ela poderia ser ainda melhor. Acredito que essa obra nunca será como foi planejada a princípio pela arquiteta, mas tenho pra mim que o que vejo já me basta para enxergá-la como uma grande obra arquitetônica.

Centro Cultural - São Paulo


O Centro Cultural de São Paulo muito me fez lembrar o SESC Pompéia, não fisicamente, pelo seu projeto em si, mas pelo conceito, pela funcionalidade. Os dois se assemelham por serem propostas de espaços semipúblicos e dinâmicos. E assim, como o projeto de Lina, este, de Eurico Prado Lopes e Luiz Benedito de Castro Telles, se mostrou para mim, bem sucedido. Afirmo isso porque senti no espaço a mesma dinamização que senti no SESC. Enquanto uma pessoa lê, outra faz apresentações no violão, e outra, mais adiante, no piano.
Senti em dado momento uma continuidade entre natureza e projeto construído e notei grandes aberturas do espaço. Essa natureza interligada ao projeto dá uma sensação belíssima no espaço de leveza.
Embora esse Centro tenha me parecido, quando o olhei do lado de fora, algo comum, muito me surpreendi ao conhecê-lo interiormente, e o vejo agora como um excelente espaço multiuso e dinâmico.

Museu da Escultura


Liberdade. Foi essa a sensação que tive ao estar no Museu da Escultura, obra de Paulo Mendes da Rocha. Um espaço tão aberto em certos momentos e em outros, acolhedor. Surpreendeu-me ver como ficou interessante a solução que o arquiteto encontrou para fazer com que seu projeto se moldasse àquele terreno e como fez isso de forma tão suave, com material que me parece sempre “concreto” demais, forte demais. É essa solução de um projeto aliado ao terreno que acredito ter me proporcionado a sensação de liberdade, de estar em um espaço aberto e acolhedor. Isso porque em dado momento o terreno me faz sentir em uma escala micro e por isso, uma sensação clara de estar em um espaço totalmente aberto. Em outros momentos o terreno me faz sentir acolhida como se estivesse em um espaço de escala semelhante a minha. Tem-se essa diferença pelo fato da cobertura se manter plana, enquanto o terreno não, o que proporciona momentos, e conseqüentemente, sensações distintas.
Além disso, se destacou pra mim, um pequeno detalhe em relação à presença de natureza no projeto. Em meio aquele bloco concreto, notei elementos naturais que quebraram um pouco a rigidez e suavizaram o espaço. Até mesmo quando desci até uma galeria um pouco abaixo do nível do terreno, me deparei com uma janela de vidro e um espelho d’água com vegetação, em outro nível do terreno. Está aqui mais uma prova de como foi bem sucedida a relação desse projeto com seu terreno.

Edifício Harmonia


Diferente no bom sentido. Foi assim que vi o Edifício Harmonia, do escritório Triptype. Um edifício de concreto onde “brota” vegetação das paredes. O edifício criado com o intuito de se tornar um prédio de escritórios tem uma disposição de espaços muito boa. Uma área central aberta pra onde os cômodos se voltam, além disso, esses cômodos têm visões para todos os cantos da cidade, seja através de sacadas ou de grandes janelas de vidro. Foi possível perceber nesse edifício um contato com o urbano, com o entorno. Senti falta nas sacadas daquele pilar de canto o que deixou o espaço mais suave.Voltando à vegetação nas paredes de concreto, achei uma idéia totalmente válida para o mundo atual com um pensamento ecológico cada vez mais difundido. Espero ter a oportunidade de voltar ao Edifício Harmonia daqui à algum tempo e ver essa vegetação espalhada pelo projeto como um todo.

Galeria Vermelho


Senti a todo instante nesse espaço uma sensação de descoberta. Ao chegar a cada lugar já me sentia interessada em conhecer o próximo, me sentia convidada a fazer isso. A Galeria Vermelho de Paulo Mendes da Rocha é um espaço muito interessante que o leva a querer explorá-lo, além disse me senti em um jogo de espaços onde podia supor que chegaria a determinado lugar, mas na verdade era surpreendida por estar em outro que não conhecia.
Além desses espaços internos, há dois espaços externos onde é possível contemplar a paisagem da cidade e do Estádio do Pacaembu, cada um deles me causou uma diferente sensação. Um por facilitar a vista e ter apenas um guarda-corpo vazado e de tamanho ideal. O outro me causou outra sensação porque tinha uma parede preta um pouco mais alta, soube que a noite essa parede preta com as luzes da cidade atrás formam uma bela paisagem.