Liberdade. Foi essa a sensação que tive ao estar no Museu da Escultura, obra de Paulo Mendes da Rocha. Um espaço tão aberto em certos momentos e em outros, acolhedor. Surpreendeu-me ver como ficou interessante a solução que o arquiteto encontrou para fazer com que seu projeto se moldasse àquele terreno e como fez isso de forma tão suave, com material que me parece sempre “concreto” demais, forte demais. É essa solução de um projeto aliado ao terreno que acredito ter me proporcionado a sensação de liberdade, de estar em um espaço aberto e acolhedor. Isso porque em dado momento o terreno me faz sentir em uma escala micro e por isso, uma sensação clara de estar em um espaço totalmente aberto. Em outros momentos o terreno me faz sentir acolhida como se estivesse em um espaço de escala semelhante a minha. Tem-se essa diferença pelo fato da cobertura se manter plana, enquanto o terreno não, o que proporciona momentos, e conseqüentemente, sensações distintas.
Além disso, se destacou pra mim, um pequeno detalhe em relação à presença de natureza no projeto. Em meio aquele bloco concreto, notei elementos naturais que quebraram um pouco a rigidez e suavizaram o espaço. Até mesmo quando desci até uma galeria um pouco abaixo do nível do terreno, me deparei com uma janela de vidro e um espelho d’água com vegetação, em outro nível do terreno. Está aqui mais uma prova de como foi bem sucedida a relação desse projeto com seu terreno.
Além disso, se destacou pra mim, um pequeno detalhe em relação à presença de natureza no projeto. Em meio aquele bloco concreto, notei elementos naturais que quebraram um pouco a rigidez e suavizaram o espaço. Até mesmo quando desci até uma galeria um pouco abaixo do nível do terreno, me deparei com uma janela de vidro e um espelho d’água com vegetação, em outro nível do terreno. Está aqui mais uma prova de como foi bem sucedida a relação desse projeto com seu terreno.

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