Ao entrar na galeria tive a sensação de estar entrando em um lugar simples, mas ao notar certos detalhes pude perceber como ele ia se tornando interessante. Primeiro, soube do fato que o arquiteto Paulo Mendes da Rocha teve que lidar com certas restrições na execução do projeto e que ele soube, mesmo com elas, criar um belo espaço de galeria. Além disso, como já foi citado, pequenos detalhes fizeram o lugar mais interessante pra mim. Por exemplo, o fato dos furos gerados no momento da fixação da cola das placas terem sido deixados expostos e não revestidos como acontece na maioria das vezes. Esses furos têm um caráter mais conceitual do que técnico, embora seja utilizado para fixar as obras nas paredes. Além desse exemplo, a grande porta da galeria chama muita atenção e é belíssima, é do mesmo tamanho do pé direito da galeria.
A casa no artista localizada em frente à Galeria Leme, me pareceu em dado momento se remeter a ela em certos detalhes, como se fosse feita com o intuito de ser como continuidade um do outro. Em um dado momento o artista produz, em outro expõe e depois novamente produz, um trajeto cíclico e contínuo.
A casa no artista localizada em frente à Galeria Leme, me pareceu em dado momento se remeter a ela em certos detalhes, como se fosse feita com o intuito de ser como continuidade um do outro. Em um dado momento o artista produz, em outro expõe e depois novamente produz, um trajeto cíclico e contínuo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário